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    DGEG reforça confiança no modelo ESE
    28-04-2014

    “Este é o momento de perspectivarmos o futuro em conjunto – o Estado e as empresas de serviços de energia (ESE)”, afirmou esta manhã o director geral de Energia e Geologia, Pedro Cabral, na abertura da 2ª Conferência ESE Mais Serviços. Mais Mercado. Mais Economia, que decorre hoje no Museu da Electricidade em Lisboa.

     

    “Temos todo o empenho em dar impulso aos contratos de desempenho energético, porque são um instrumento para a competitividade da nossa economia”, declarou o responsável da DGEG, dando, assim, “uma palavra de confiança” ao sector.

     

    As ESE assumem-se, para o governante, como um importante instrumento para a competitividade da economia, uma vez que permitem a redução da estrutura de custos.

     

    Desde 2010, o Governo português têm lançado iniciativas que visam a redução da factura energética do Estado e, simultaneamente, a dinamização do mercado nacional das ESE. De entre as medidas, o protagonismo recaí sobre o programa Eco.AP, com o objectivo de reduzir, até 2020, 30% do consumo energético dos edifícios da Administração Pública através da implementação de contratos de desempenho energético. No entanto, as ESE aguardam ainda o lançamento dos concursos.

     

    Aproveitando a presença de Rafael Herrero, presidente da ANESE – Associação de ESE em Espanha, Pedro Cabral apontou o caso do país vizinho, no qual os programas lançados pelo governo foram mal sucedidos, para justificar a demora: “mais vale caminhar devagar, de forma segura e consolidada, do que atropelar passos necessários que nos vão custar mais tempo”.

     

    “Apesar do nosso enquadramento legal estar atrasado, demos um passo importante ao tirar estes contratos do âmbito das parcerias público privadas”, acrescentou.

     

    A abertura do Aviso 5 do Fundo de Eficiência Energética (FEE) para financiar medidas, estudos e auditorias energéticas, o concurso para projectos de demonstração de contratos de eficiência energética do Fundo de Apoio à Inovação (FAI) e o arranque do ELENA, gerido pela ADENE, são as iniciativas que reflectem o trabalho que tem sido feito pelo Executivo no sector dos serviços de energia, enumerou Pedro Cabral.

     

    Sendo o financiamento uma importante barreira ao desenvolvimento deste mercado, o director-geral de energia realçou as oportunidades do novo quadro de apoio comunitário Portugal 2020, cujas verbas poderão ser atribuídas a projectos de eficiência energética, e ainda o programa Horizonte 2020, que visa apoiar a investigação e inovação.

     

    “Temos de perder o hábito de onerar desnecessariamente os nossos projectos com tecnologias que ainda não estão maduras”, alertou, referindo o Horizonte 2020 como o instrumento adequado para esse efeito.

     

    Pelo segundo ano consecutivo, as empresas de serviços de energia voltam a ser debatidas no Museu da Electricidade. A 2ª Conferência ESE Mais Serviços. Mais Mercado. Mais Economia é uma organização da revista Edifícios e Energia e da ADENE, em parceria com a APESE – associação portuguesa das empresas de serviços de energia.

    http://edificioseenergia.pt/pt/noticia/dgegreforcaconfiancaese5679

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